Ser desejada, desejar e ainda continuar sendo, continuar vendo e sobrevivendo. Mesmo gemendo, de prazer ou de dor, mesmo querendo, mesmo se querendo, e si tendo e me tendo, ou metendo. Não importa se o sorriso é forçado, forjado, amordaçado, sufocado, ou sufocado. Pernas e curvas, pega na curva, a taça que cai sem querer no seu olho é a mesma que recebe o vinho que te embebeda, que enlouquece, que faz chorar de rir e ri de tanto chorar, de tanto sangrar. Uma roupa rasgar com um beijo no pescoço é mais gostoso do que rasgar a roupa impedindo que eu respire. Me doar, te doar, si dar, te dar, e o que me resta ? Chegar num orgasmo incrível ou colocar aquela calcinha de ursos rosas que esta descosturando ?! Ou não dar, por que também não pode. Oi?! Não pode? Poder é uma coisa que eu posso e mesmo que me calem eu vou silenciar querendo, mesmo se com uma faca no pescoço ou com um beijo bem gostoso.
E Joanna Famille disse: Eu tô até sem jeito pra começar esse texto, porque pode até parecer, mais uma vez, que eu sou dramática, ou já crescidinha demais pra chamar atenção, mas eu vou falar, pois, chega um momento que a gente cansa e eu quero deixar registrado nessa data, o que estou sentindo. Eu tenho uma amiga que foi para um chá de fralda de uma das irmãs dela e nesse mesmo encontro, o pai dela quis reunir todos os filhos para não perder momentos importantes, afinal ele estava doente. Ela é filha fora do casamento, portanto, ela era meia irmã daqueles irmãos. Lembro que nessa época ela reclamava da convivência com a mãe. A mãe também estava doente só que psicologicamente. Tinha crises de ansiedade, sempre na defensiva, agressiva... As vezes falava coisas que magoavam profundamente e por consequência, ela, Joanna, também adoeceu. Ela foi pra esse chá de fralda, mesmo com todos os percalços, com toda sua aflição e claro com medo de ser julgada por tudo que fazia e falava, ela ch...
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