Eu demorei muito para escrever esse texto, não só por esperar uma oratória coerente, mas também por falta de tempo.
Me perguntei várias vezes, como falaria sobre conquistas, se eu só sei falar sobre as minhas. E foi a partir daí, que percebi que o discorrer do texto é exatamente sobre isso, a individualidade das conquistas.
Quando estava analisando sobre o assunto, eu comecei a lembrar os caminhos que percorri para conquistar o que queria e assim resolvi falar um pouco, sobre esses caminhos.
Vamos pensar comigo?
Primeiro de tudo é saber exatamente quem você é, o que você quer e que você é imutável. Quando fazemos isso, naturalmente blindamos nossos desejos. Não é clichê.
Perceba que quando não sabemos para onde ir qualquer lugar serve.
Quando eu soube quem eu era e o que eu queria para minha vida, eu planejei os 10 anos da minha vida.
Não, não é fácil. Nos desestabilizamos, perdemos força, sono, noites, mas o que movimenta a energia do resultado é a vontade e o planejamento.
É necessário disciplina para tudo. Não tô dizendo para ser martirizar e não viver também, os momentos de descanso, mas é necessário ter foco para tudo se concretizar.
Não se distraia, tenha disciplina, se organize mentalmente, financeiramente e emocionalmente.
Se você tem uma direção, um foco exato do que fazer e para onde ir, com 26 anos você consegue por exemplo, ter um curso técnico em dança, licenciatura em educação física, formação em terapias holísticas, um apartamento no seu nome, dois idiomas fluentes.
Não se distraia, se organize.
A conquista só vem quando você sabe que quer conquistar.
Você é feito de tudo que você não é. Quando você diz que é algo, você está falando de tudo que te construiu e que antes, não era você. Essa frase pode te dar um pouco de estranheza, mas diz muito sobre o que nós somos. Pense comigo.. Quando criança, nós precisamos de um adulto para que nos oriente a viver, a como tratar o outro, a como sobreviver no mundo, a como construir um caráter... e com eles, os adultos que nos orientaram, também foi assim. Somos sempre o pedacinho do outro. Nós fazemos parte do todo. Nós somos o todo. E não adianta nem pensar - egoistamente- que não somos iguais ou que você é o melhor dos melhores, porque em algum momento, tudo cai por terra. A partir do momento que pensarmos como sociedade, como um todo que pode transformar, através da cultura, do conhecimento, de onde veio, dos costumes... além de preservarmos a historia da humanidade, percebemos que mesmo sendo indivíduos distintos em cor, cabelo, raça, idioma... fazemos parte de uma or...
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