Ninguém solta a mão de quem?
É muito doloroso ver um ato que foi feito para unir e fortalecer, virar um jogo de interesses e escolhas. Se transformar em uma das maiores decepções humilhantes. -Ah, Nana!! Lá vem você com maluquice e drama.
-Não meu amor, esse é um texto de uma pessoa que está com coragem de dizer que, as mãos se soltam sim e que por muitas vezes, essas mesmas mãos empurram a outra no chão, para outro "ninguém" de preferência entrar no círculo.
Ou seja, é uma exposição hipócrita, de união e solidariedade.
Hoje prefiro não seguir a risca "ações de união" por que eu tive que me levantar sozinha de umas mãos que me soltaram.
Não existe sororidade, muita gente solta a mão de muita gente, Ubuntu não existe. NÃO EXISTE.
Nesse mundo digital, os 15 segundos é o tempo exato da mostra hipócrita das causas sociais, o resto do dia é imundice emocional contra a pessoa que supostamente está no mesmo barco. Portanto, cheguei numa conclusão. vamos pensar comigo?
A única saída para toda essa mentira, é você tornar tudo isso verdade dentro de você e ainda digo mais, talvez o real sentido dessas causas, é mostrar que é para você fazer isso tudo consigo mesmo.
Então os aconselho a não soltar sua própria mão, à mulher a ter sororidade com você mesma, a ser solidário consigo mesmo e, quando você realmente compreender isso dentro de você, incentive o outro a não soltar sua própria mão. Fortaleça seus semelhantes a não desistir de si.
Não deixe que suas oportunidades estejam nas mãos de pessoas que pode largar sua mão e depois de um tempo te encontrar e perguntar se você está vivo.
MANTENHA-SE VIVO.
Você é feito de tudo que você não é. Quando você diz que é algo, você está falando de tudo que te construiu e que antes, não era você. Essa frase pode te dar um pouco de estranheza, mas diz muito sobre o que nós somos. Pense comigo.. Quando criança, nós precisamos de um adulto para que nos oriente a viver, a como tratar o outro, a como sobreviver no mundo, a como construir um caráter... e com eles, os adultos que nos orientaram, também foi assim. Somos sempre o pedacinho do outro. Nós fazemos parte do todo. Nós somos o todo. E não adianta nem pensar - egoistamente- que não somos iguais ou que você é o melhor dos melhores, porque em algum momento, tudo cai por terra. A partir do momento que pensarmos como sociedade, como um todo que pode transformar, através da cultura, do conhecimento, de onde veio, dos costumes... além de preservarmos a historia da humanidade, percebemos que mesmo sendo indivíduos distintos em cor, cabelo, raça, idioma... fazemos parte de uma or...
Comentários
Postar um comentário