Estava pensando e analisando como resolvo problemas na minha vida e percebi que eles acontecem em minha rotina, mas não são enraizadamente meus.
E foi então que tive noção da minha maturidade em relação a minha experiência de vida, nas minhas vivências. Aprendi a não ter um julgamento tão doloroso e único para qualquer situação.
Primeiro, porque dói e segundo, porque nada é estático, tudo se move e o tempo não pára.
Por que eu limitaria minha mente a esse ponto, se toda vez que precisei de possibilidades para entenderem meus aprendizados,
eu clamei para que vissem todos os lados da história?
É muito injusto ao fim dos ciclos, ter todas as certezas.
Não vale a pena ser mercadante das suas próprias verdades, se você impede sua mente de expandir e machuca o outro com suas invencíveis opiniões.
Você machuca pessoas, começa a ser evitado das convivências naturais e não evolui.
Não dá para medir as ações, sonhos e atitudes do outro, pela sua praticidade mental.
Pessoas assim tem sempre o argumento de que respeita o outro, mas impõe subjetivamente sua opinião, pois o outro se sente péssimo numa conversa com a pessoa e o pior,
não escuta o outro de forma alguma, a ponto do outro se sentir péssimo por causa do cabresto alheio.
Disso tudo, tem uma frase que grita no meu consciente que é: "Problematizar tudo não é resolve problemas."
Só realmente respeite.
Ouvir o outro também pode ajudar você a entender melhor o seu problema.
Pense nisso.
E Joanna Famille disse: Eu tô até sem jeito pra começar esse texto, porque pode até parecer, mais uma vez, que eu sou dramática, ou já crescidinha demais pra chamar atenção, mas eu vou falar, pois, chega um momento que a gente cansa e eu quero deixar registrado nessa data, o que estou sentindo. Eu tenho uma amiga que foi para um chá de fralda de uma das irmãs dela e nesse mesmo encontro, o pai dela quis reunir todos os filhos para não perder momentos importantes, afinal ele estava doente. Ela é filha fora do casamento, portanto, ela era meia irmã daqueles irmãos. Lembro que nessa época ela reclamava da convivência com a mãe. A mãe também estava doente só que psicologicamente. Tinha crises de ansiedade, sempre na defensiva, agressiva... As vezes falava coisas que magoavam profundamente e por consequência, ela, Joanna, também adoeceu. Ela foi pra esse chá de fralda, mesmo com todos os percalços, com toda sua aflição e claro com medo de ser julgada por tudo que fazia e falava, ela ch...
Comentários
Postar um comentário